Eventos

O Rock in Rio é um dos maiores eventos de música e entretenimento do mundo, onde as pessoas vão para se divertirem. Com as decorações realizadas pretendemos, respeitando o briefing que nos foi passado, conferir cor, alegria e elegância aos diferentes espaços, públicos ou mais reservados. Recebemos bastantes elogios ao nosso trabalho, o que nos deixa muito orgulhosos e ainda mais motivados para continuar a superar as expectativas de todos nossos clientes.

Em 2012, o Parque da Bela Vista voltou a encher-se para mais um Rock in Rio Lisboa.

Nesta edição foram cerca de 353.000 os fãs que rumaram à “cidade do rock” para uma festa que junta a música às causas sociais e ambientais. O conceito “Por um mundo melhor” estende-se a todos os participantes, incluindo os parceiros.

É um dos maiores eventos internacionais de música e entretenimento, mas é também, segundo a organização, “um veículo de comunicação de emoções e causas”. Nascido no Brasil, pela mão de Roberto Medina, e realizado pela primeira vez no Rio de Janeiro em 1985, o Rock in Rio tornou-se, com o passar do tempo, uma iniciativa maior e uma marca mundial.

Reconhecendo na música uma linguagem universal com uma capacidade agregadora, o festival criou uma componente social, em 2001. O projecto “Por um mundo melhor” tem como objectivo sensibilizar os vários públicos do evento para contribuírem para a melhoria das condições de vida. Foi já com esse espírito, que, em 2004, o Rock in Rio chegou a Lisboa, para a sua primeira vez do outro lado do Atlântico. Atenta às mudanças do mundo, a organização tem alargado o âmbito da intervenção do projecto, acrescentando-lhe novos domínios, como o ambiente. E em 2012, fez da Cidadania e do Desenvolvimento Sustentável o foco da sua actuação, prolongando o desafio a todos os intervenientes. Dos fornecedores aos espectadores, passando pelos parceiros, de entre os quais consta o Horto do Campo Grande, todos são envolvidos numa actuação ambiental e socialmente responsável. Um plano de sustentabilidade, distribuído pelos patrocinadores e fornecedores, e a realização de um concurso, para apurar o parceiro mais sustentável, são exemplos da concretização de uma atitude partilhada.

Praticar a responsabilidade

Para minimizar o impacte ambiental do evento, a organização do Rock in Rio aposta na contabilização de todos os consumos decorrentes da sua preparação e realização. Das emissões de carbono, geradas pelas deslocações de bandas, público e organização, transporte de mercadorias e parceiros, aos resíduos originados pela montagem, desmontagem, concertos e intervalos, passando ainda pela energia consumida nas várias actividades, tudo é contado. Este registo é fundamental, tanto para reduzir os números, como para compensá-los. Através da aplicação do Manual de Boas Práticas, a organização conseguiu diminuir, em mais de 21%, a quantidade de dióxido de carbono emitido na realização do Rock in Rio Lisboa, de 2008 para 2010. Mas também se tem empenhado na compensação dos consumos que não consegue eliminar, tendo plantado, desde 2006, mais de 40 mil árvores, para alcançar o índice de Carbono Zero. O destino dos resíduos gerados e o seu correcto encaminhamento para a reciclagem é outra preocupação da organização, comprovada através do selo 100R, atribuído ao evento pela Sociedade Ponto Verde.

Uma beleza sustentável

Certificado em gestão ambiental e tendo na sua própria filosofia uma atenção particular a estas matérias, o Horto do Campo Grande integra os compromissos do Rock in Rio com naturalidade.

Data de 2006 a primeira colaboração da empresa com o evento. O sucesso do trabalho resultou na consolidação da parceria, em posteriores edições, tendo-se repetido, uma vez mais, em 2012. Reflectir a personalidade do festival e proporcionar uma vivência agradável é o principal objectivo da acção. Para tal, a equipa do Horto do Campo Grande desenvolveu soluções originais, esteticamente adequadas e ambientalmente responsáveis, nos vários espaços do evento. De referir que, em todas elas, a empresa assume, como sempre, a sua política de 3Rs – reduzir, reutilizar e reciclar – contribuindo assim para um meio ambiente mais equilibrado e sustentável.

Para receber da melhor forma os artistas do festival, os seus camarins foram objecto de decorações personalizadas, algumas criadas expressamente a pedido dos mesmos. Mas também a decoração de diversas áreas do recinto contribui para tornar mais real e acolhedora a experiência do público. Foi o que aconteceu na Rock Street, uma novidade na edição de 2012, onde a utilização de canteiros, ajudou a recrear o ambiente atraente e boémio de uma rua de Nova Orleães.

Por fim, na zona VIP, a intervenção passou pela realização de apontamentos florais, nas cores dos eventos e das marcas patrocinadoras, bem como pela criação de um surpreendente jardim interior. Instalado no interior de uma tenda, este espaço verde contribui para a melhoria da qualidade do ar, fazendo uso da capacidade de filtragem e de renovação das plantas. Mas a criatividade estendeu-se também a locais menos óbvios, como por exemplo as casas de banho, onde a utilização da solução Flowerbox ajudou a dar um toque especial de cor e originalidade.

(in, Horto do Campo Grande Magazine, nº 18)

Este foi um dos muitos eventos onde o Horto do Campo Grande desenvolveu soluções originais, esteticamente adequadas e ambientalmente responsáveis.