A Mercearia Pachecas chega agora à Comporta, naquela que é a primeira extensão da marca fora de Lisboa. Instalada na emblemática Loja Caju, no Carvalhal, a nova morada junta restauração, mercearia e hospitalidade num espaço descontraído, onde o exterior assume um papel importante.

Foi nesse cenário que o Horto do Campo Grande desenvolveu a intervenção vegetal, levando diferentes espécies para o espaço e criando uma relação mais próxima entre a construção, o pátio e a paisagem envolvente.
Cactos, gramíneas, gauras, alfazemas e outras espécies de plantas mediterrânicas acompanham a identidade do lugar e respondem às características de um território marcado pelo sol, pela proximidade do mar e por uma vegetação autóctone muito própria. Mais do que preencher o espaço, a escolha das plantas procura reforçar a atmosfera da Comporta e enquadrar naturalmente as diferentes zonas da Mercearia.

A intervenção estende-se também ao pátio exterior, pensado para prolongar a permanência e acompanhar os momentos de convívio que fazem parte do conceito da Mercearia Pachecas Comporta. A vegetação introduz diferentes volumes, texturas e tonalidades, ajudando a definir o ambiente sem retirar protagonismo à arquitetura e aos restantes elementos do projeto.

Com projeto de arquitetura do Magari Studio e uma intervenção artística da pintora Rita Zilhão, o novo espaço assume uma identidade descontraída e luminosa, à qual a componente vegetal acrescenta uma presença natural particularmente adequada à época e ao lugar.

Para o Horto do Campo Grande, participar neste projeto significa também levar a experiência de trabalhar com plantas para contextos comerciais onde arquitetura, decoração, plantas e venda de produtos se conjugam com uma utilização quotidiana. Na Mercearia Pachecas Comporta, essa ligação encontra na natureza uma das suas melhores formas de expressão.